Mickey 863 (BR)

mickey863Desta vez vou mostrar mais uma revista brasileira deste mês como fiz com o Pato Donald 2433.

Vale lembrar que não li a revista e que o melhor é aguardar pelos comentários dos amigos brasileiros.

Mas dá para saber que histórias tem e falarmos delas um pouco.

Não gosto muito da capa de Casty. Acho que o Mickey está demasiado infatilizado.

mickey863aMas a boa notícia é que a capa corresponde à primeira história. O teatro dos fantoches (I TL 3041-1) é uma BD de Casty e Enrico Faccini que saiu em março na Itália e já li boas críticas na net.

Casty & Faccini têm publicado algumas histórias em Itália que têm sido gabadas por vários leitores. É curioso que a maioria dessas histórias foi publicada no Brasil mas não em Portugal. E a Goody? Quando é que se vai lembrar de publicar as boas histórias italianas desse duo?

mickey863bA segunda história é do casal McGreal (D 2005-335) desenhada pelo espanhol Jorge David Redo. Todos eles já tiveram histórias publicadas no passado em Portugal. Sobre esta não sei se vale a pena.

Não sou grande fã do personagem dinamarquês Kosmo Kvantemose mas isso não quer dizer que a história seja má.

mickey863cA última é Mickey em Tóquio e parece que transformaram esses desenhos animados numa BD.

Em resumo a revista vale a pena pela primeira história de certeza. Boas notícias para os amigos brasileiros. Para os portugueses, a primeira história é material italiano e pode ser que um dia seja cá publicada.  Não acho que valha a pena fazer muito esforço para ter a revista para conseguir as outras 2 histórias mas posso estar enganado. Amigos brasileiros comentem aí…

Páginas rapinadas daqui.

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6 thoughts on “Mickey 863 (BR)

  1. A revista do Mickey contém 52 páginas. Sendo que, deu para sacar que a história do Casty abocanha bem umas 30 páginas ou mais. A última BD é uma adaptação das novas animações ao estilo Cartoon Network que a Disney está exibindo em seu canal fechado. Eles pegam e adaptam essas animações para quadrinhos, por isso os traços estão tão diferentes, porque é o estilo da animação.

    Acho que apenas umas cinco ou seis áginas não se aproveita. Não é uma revista que se diga: “Nooooosssa” Está imperdível! Mas parece ser positiva na arte de entreter bem. Faz tempo que não leio uma história de Casty, mas das poucas qu li, ele é um cara bem promissor no universo do rato.

    Duas histórias dele que me marcaram bastante e não sei foram publicadas por aí:

    A ILHA DE QUANDOMAI

    O DIA EM QUE TODOS OS ANIMAIS DESAPARECERAM DA TERRA

    Sendo que nesta segunda, há uma situação bastante inusitada onde o Pluto dialoga com o Mickey. Preciso ver a quantas andam o material publicado de Casty recentemente.

    Em geral, o título do Mickey tem tido um bom aproveitamento por mim. Tenho várias edições aqui onde toda a revista me atrai e algumas onde apenas umas quatro ou cinco páginas não me agrada, mas as outras compensam com muita diversão.

    Abraços.

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  2. Fabiano – em Portugal o Casty é um artista e argumentista de quem os leitores gostam. Mas por uma razão que ninguém entende a Goody publica mais facilmente as histórias menos boas dele do que aquelas que todos os fãs adoram!!!

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  3. Voltei para informar que li essa edição. Assim como presumia, a BD de abertura de Casty e Enrico Faccini durou 33 páginas e novamente se caracteriza pela emoção de ver o rato se deparar com sua querida namorada em perigo, vez que ela foi transformada em um boneco e poderia permanecer em tal estado para sempre. Os desenhos no estilo retrô de Faccini caem bem no meu agrado. Há cenas de movimento e humor que muito foram do meu apreço e contribuíram para dar um tempero todo especial a essa trama.

    Também a ultima BD achei bacana, já que gostei dessa iniciativa de colocarem essas adaptações dos Novos curtas animados nessa revista do Mickey. O desafio da vez está no fato de que o rato tem que pegar o metro azul para ir ao trabalho. Porém, a multidão avança e acaba levando ele para dentro do metrô vermelho. Vemos então toda a lotação corriqueira e o aperto que Mickey passa para tentar sair de lá. Achei bem divertida sim.

    Quem quisr, pode ler sobre essa edição lá no meu blogue, o Blogue do Urso.

    Abraços, Paulo e demais leitores como eu.

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